Na rotina de clínicas e serviços de imagem que utilizam telerradiologia, um problema é mais comum do que deveria: exames que precisam ser refeitos. Seja por parâmetros inadequados, séries incompletas ou falhas no envio das imagens, o resultado costuma ser o mesmo: atraso no laudo, retrabalho da equipe e, em muitos casos, a reconvocação do paciente. Isso impacta diretamente na reputação do centro de imagem e no aumento de custos.
Para coordenadoras de imagem, esse cenário gera desgaste operacional e impacto direto na experiência do paciente. A boa notícia é que a solução de grande parte desses problemas está em dois pilares técnicos bem definidos: protocolos de aquisição em telerradiologia adequados e uso correto do padrão DICOM.
Afinal, em telerradiologia, a qualidade do laudo começa muito antes da imagem chegar ao radiologista.
Os protocolos de aquisição são conjuntos de parâmetros técnicos que orientam como se deve realizar cada exame. Em Tomografia Computadorizada (TC) e Ressonância Magnética (RM), eles definem aspectos cruciais como:
Quando esses protocolos são seguidos à risca, garantimos que as imagens geradas sejam diagnósticas. Ou seja, elas contêm informações suficientes para que o radiologista identifique ou descarte patologias com segurança.
O DICOM (Digital Imaging and Communications in Medicine) é a linguagem universal da radiologia. Ele garante que uma imagem gerada em um tomógrafo de uma marca possa ser visualizada em qualquer estação de trabalho ou sistema de PACS, sem perda de qualidade.
No contexto do laudo remoto, o envio correto dos arquivos DICOM é essencial. Não basta enviar “imagens”; é preciso enviar a série completa, com os metadados preservados (informações do paciente, data, parâmetros técnicos). Isso é o definimos como um alto padrão de protocolos de aquisição em telerradiologia.
Falhas na padronização DICOM podem resultar em imagens distorcidas ou sem identificação, inviabilizando o laudo. Então, na prática, ele assegura que o radiologista tenha acesso a dados como parâmetros de aquisição, identificação correta das séries e integridade das imagens.
Para a telerradiologia, o DICOM é a base da interoperabilidade para que diferentes equipamentos, sistemas e plataformas “falem a mesma língua”.
Investir na revisão de protocolos e na padronização DICOM traz benefícios imediatos:
A Telepacs vai além da emissão de laudos. Atuamos como parceira técnica das clínicas e hospitais, oferecendo consultoria especializada para ajustar protocolos de TC e RM de acordo com o perfil da instituição e dos equipamentos disponíveis.
Esse suporte estratégico inclui:
O objetivo é garantir qualidade na fonte, reduzindo reconvocações e assegurando laudos à distância de alta precisão.
Em telerradiologia, a excelência do laudo começa na sala de exame. Protocolos de aquisição bem definidos e o uso correto do padrão DICOM são a base técnica para diagnósticos seguros, eficientes e sem retrabalho.
Para gestores e coordenadores de imagem, investir nessa padronização é uma estratégia direta para melhorar a operação, a experiência do paciente e a confiança do corpo clínico.
A Telepacs oferece consultoria técnica para adequar protocolos de TC e RM, garantindo qualidade na origem e laudos remotos de alta precisão. Fale com nossa equipe técnica e eleve o padrão do seu serviço de imagem hoje mesmo.
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