O gargalo na liberação de laudos de ECG de rotina ocorre devido a três fatores principais: dificuldade em manter especialistas dedicados apenas para laudos de rotina (alto custo), sazonalidade e picos de demanda que desestabilizam a escala médica, e a falta de padronização e integração entre sistemas, o que leva a mais tempo gasto com burocracia do que com análise clínica.