Os exames de rotina, como os eletrocardiogramas (ECGs) ambulatoriais e preventivos, costumam se acumular porque a prioridade nos setores de diagnóstico é sempre dada a casos de urgência e emergência. Isso, somado à escassez de cardiologistas disponíveis para laudar e à falta de integração tecnológica nos sistemas, faz com que exames menos críticos entrem em uma fila de espera, provocando atrasos e insatisfação dos pacientes.













