O fluxo tradicional de eletrocardiograma (ECG) em clínicas envolve muitos processos manuais, como impressão em papel e envio físico ou digital não estruturado. Isso gera atrasos na liberação dos resultados, aumenta o risco de perda ou extravio de exames, exige retrabalho administrativo e dificulta a organização dos documentos. Além disso, limita a capacidade de atendimento e faz com que equipes gastem mais tempo com tarefas operacionais em vez de focarem no paciente.