O crescimento acelerado do número de médicos em São Paulo, que deve atingir cerca de 440 mil profissionais em 2035, traz desafios como a gestão na distribuição de especialistas, a necessidade de equilíbrio entre os setores público e privado e a busca por diferenciais de eficiência operacional. Diante desse cenário de “inflação médica”, destaca-se ainda a importância de democratizar o acesso à expertise técnica em regiões que historicamente enfrentam escassez de especialistas.