Na coordenação de imagem, muitos riscos operacionais ficam ocultos, especialmente no trajeto silencioso entre a aquisição da imagem e sua chegada ao radiologista. Usar métodos tradicionais como a “fila única” e a distribuição manual pode provocar erros operacionais, atrasos no laudo, retrabalho, insegurança jurídica e aumento no desgaste da equipe. O principal risco não é a competência do radiologista, mas sim a má triagem e o direcionamento incorreto dos exames.