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A telessaúde deixou de ser apenas uma tendência para se tornar um pilar estruturante do sistema de saúde brasileiro. Áreas como a telerradiologia cresceram exponencialmente, ampliando o acesso a diagnósticos e a eficiência de clínicas e hospitais.

No entanto, esse avanço rápido trouxe um desafio crítico para gestores e compradores estratégicos: em um mercado com múltiplos fornecedores, como garantir que o serviço contratado seja seguro, ético e tecnicamente confiável?

É nesse contexto que a atuação da Saúde Digital Brasil (SDB) se torna indispensável. Como entidade representativa, a SDB atua diretamente na consolidação, regulamentação e sustentabilidade do setor no país.

O que é a Saúde Digital Brasil (SDB)

A Saúde Digital Brasil é a principal entidade representativa das empresas que compõem o ecossistema de saúde digital. Sua missão vai além da representação corporativa: ela promove o desenvolvimento do setor de forma responsável, conciliando inovação com a rigorosa proteção ao paciente e às instituições de saúde.

Para compradores estratégicos em busca de uma empresa de telerradiologia, a SDB funciona como um farol de qualidade, defendendo pilares essenciais:

  • Marco Legal e Ético: Atuação ativa na construção da Lei da Telessaúde (Lei 14.510/2022) e defesa de práticas comerciais justas.
  • Padrões Técnicos: Estímulo à interoperabilidade de sistemas e qualidade na transmissão de dados.
  • Segurança da Informação: Defesa intransigente da conformidade com a LGPD e proteção de dados sensíveis de saúde.

O papel da SDB na aprovação da Lei da Telessaúde

Um dos marcos mais relevantes da atuação da Saúde Digital Brasil foi sua participação ativa no debate e na construção da Lei da Telessaúde. Antes da legislação, o setor operava com insegurança jurídica, regras fragmentadas e interpretações divergentes, o que aumentava o risco para instituições contratantes.

A SDB atuou como interlocutora entre empresas, profissionais de saúde, órgãos reguladores e o poder público, contribuindo para a formulação de um marco legal mais claro e equilibrado. O resultado foi uma lei que reconhece a telessaúde como prática legítima, define responsabilidades e estabelece bases para a expansão segura do setor.

Para quem contrata serviços, essa lei representa previsibilidade, redução de riscos legais e maior segurança contratual.

Por que a Lei da Telessaúde é estratégica para o setor de compras?

Do ponto de vista de compras e gestão, a Lei da Telessaúde trouxe impactos práticos relevantes. Ela estabelece direitos e deveres, reforça a necessidade de segurança da informação, define critérios de atuação profissional e protege tanto o paciente quanto a instituição.

Isso significa menos exposição a passivos jurídicos, maior clareza nos contratos e melhores condições para exigir compliance dos fornecedores., que precisa equilibrar custo, qualidade e risco, esse ambiente regulado é essencial para decisões sustentáveis no médio e longo prazo.

O combate às práticas predatórias na telessaúde

Com o crescimento do mercado, surgiram também práticas predatórias: serviços ofertados a preços irrealistas, ausência de suporte técnico, falhas de segurança, descumprimento de padrões clínicos e contratos frágeis. Essas práticas podem parecer vantajosas no curto prazo, mas geram custos ocultos, instabilidade operacional e riscos institucionais.

A Saúde Digital Brasil atua de forma ativa contra esse tipo de comportamento, defendendo padrões mínimos de qualidade, ética e governança. Por meio de posicionamentos públicos, articulação setorial e promoção da autorregulação, a entidade contribui para um mercado mais equilibrado e profissional.

O impacto da SDB na escolha de fornecedores de telerradiologia

A existência de uma entidade como a Saúde Digital Brasil é um sinal de amadurecimento do mercado. Fornecedores alinhados às diretrizes defendidas pela SDB tendem a apresentar maior compromisso com qualidade, segurança e sustentabilidade do serviço.

Para o comprador estratégico, isso facilita a construção de short lists mais seguras, reduz o risco de decisões baseadas apenas em preço e fortalece a governança dos contratos. Em um ambiente cada vez mais regulado, escolher parceiros alinhados a essas boas práticas é uma decisão estratégica.

Ética e segurança: diferenciais competitivos

A telessaúde só é sustentável quando cresce com responsabilidade. A Saúde Digital Brasil desempenha um papel central nesse processo, combatendo práticas predatórias e elevando a barra de qualidade técnica.

A Telepacs atua em total alinhamento aos princípios éticos e às boas práticas defendidas pela Saúde Digital Brasil. Oferecemos soluções de laudos a distância com governança, segurança da informação robusta e qualidade clínica comprovada.

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Perguntas Frequentes

A Saúde Digital Brasil (SDB) é a principal entidade representativa das empresas que compõem o ecossistema de saúde digital no Brasil. Mais do que uma organização corporativa, a SDB atua promovendo o desenvolvimento responsável do setor ao unir inovação, proteção ao paciente e suporte às instituições de saúde. Seu papel central inclui a consolidação e regulamentação do setor, além de promover padrões de qualidade, segurança da informação e práticas éticas no segmento de telessaúde, como a telerradiologia.
A Saúde Digital Brasil teve participação ativa como interlocutora na criação e debate da Lei da Telessaúde (Lei 14.510/2022). Antes da lei, o setor convivia com insegurança jurídica e falta de regras claras. A atuação da SDB ajudou a definir um marco legal específico, tornando a telessaúde uma prática legítima, delimitando responsabilidades e garantindo maior previsibilidade e segurança para quem contrata esses serviços. Essa lei protege instituições e pacientes, além de facilitar contratos mais claros e exigir compliance dos fornecedores.
Escolher fornecedores que seguem as diretrizes da Saúde Digital Brasil (SDB) traz mais segurança, qualidade e sustentabilidade para os contratos de telessaúde. Empresas alinhadas à SDB dão mais atenção à governança, à ética, à proteção dos dados conforme a LGPD e à qualidade técnica dos serviços. Esse alinhamento reduz riscos, afasta práticas predatórias de preços e contratações frágeis, além de facilitar decisões sustentáveis e estratégicas para o setor de compras em saúde.

Gustavo Pedreira

Sócio-executivo

Executivo de Health Tech, economista e doutorando em Computação focado em estratégia, finanças e dados para crescimento sustentável.